Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 18/08/2011
A gestão tem que ser interdisciplinar
Sob o tema “Saúde e meio ambiente: um novo olhar sobre sustentabilidade”, a Confederação Nacional das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) deu início a seu XXI Congresso Nacional, nesta última terça-feira (16), em Brasília.
“Um novo olhar sobre a sustentabilidade” foi um dos temas discutidos. A professora da Universidade Federal do Espírito Santo, Cândida Caniçali Primo destacou a importância dos profissionais de enfermagem nos hospitais, que correspondem a 60% do corpo de funcionários de uma instituição de saúde.
Cândida também citou a necessidade dos centros hospitalares oferecerem cursos de capacitação para os funcionários. “A base de tudo é o ensino. Devemos incentivar nossos colaboradores a estudar”, disse.
De acordo com a enfermeira Márcia Fidauza, do Hospital Santa Isabel, as estratégias para o gerenciamento da instituição é fazer com que todas as áreas se articulem. “A gestão tem que ser interdisciplinar.
Trabalhamos de forma integrada com todas as áreas”. A enfermeira explica que, todos os meses, é feito um planejamento estratégico no hospital e são estabelecidas diretrizes e metas a cada dois meses, para avançar nas áreas de segurança, qualidade de atendimento e reduzir custos. Na unidade também há projetos de gerenciamento de resíduos hospitalares.
Gestão administrativa
Para o superintendente de Responsabilidade Social do Hospital Samaritano de São Paulo, Luís Maria Ramos Filho, para que haja uma boa gestão administrativa são necessárias inovações tecnológicas nos centros de saúde, ações da unidade na esfera municipal, estadual e federal.
Tanto o Hospital Santa Isabel e o Samaritano possuem projetos de sustentabilidade, como gerencialmente de resíduos tóxicos, mecanismos de uso racional de água e de energia.
Fonte: www.saudeweb.com.br | 18.08.11
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O tratamento é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A criança toma o medicamento para repor regularmente o fator de coagulação no sangue. Com isso, previne lesões nas articulações e diminui as chances de sangramentos.
Para ter direito ao remédio, a criança precisa ter cadastro em um dos 35 centros de tratamento de hemofilia - a maioria deles vinculados aos hemocentros dos Estados ou municípios. Depois de uma avaliação médica e psicológica, os pais ou responsáveis assinam termo de compromisso sobre o uso do medicamento pela criança em casa.







