Publicado por Redação em Previdência Corporate - 13/01/2011

Banco Mundial prevê PIB brasileiro crescendo 4,4% em 2011 e 4,3% em 2012

SÃO PAULO - O relatório divulgado pelo Banco Mundial na última quarta-feira (12) prevê que o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil deverá crescer 4,4% e 4,3% em 2011 e 2012, respectivamente.

O crescimento será sustentado por um cenário favorável de expansão da força de trabalho, ganhos reais de salário e expansão do crédito, facilitado por um sistema bancário sólido, uma economia diversificada e ampla gama de parceiros comerciais.

Riscos para o Brasil
Contudo, o Banco Mundial alerta que nos próximos dois anos há ainda o risco de enfraquecimento econômico de seus parceiros comerciais, o que prejudicaria indiretamente o País.

O Brasil deve compreender ainda que o uso de medidas monetárias em casos como estes é limitado, uma vez que uma alta na taxa de juros aumentaria a probabilidade de atrair um fluxo de capital ainda maior, enquanto no longo prazo, as consequências da elevação dos juros para empresas exportadoras e importadoras estariam na formação de uma taxa de câmbio inconveniente. Neste contexto, um aperto na política fiscal é o mais aconselhável, afirma a instituição.

América Latina e Caribe também reduzem ritmo em 2011
Expandindo a análise para toda a América Latina e o Caribe, a previsão é de que o PIB tenha crescido 5,7% em 2010, revertendo a contração de 2,2% em 2009.

Para 2011, a projeção é que a economia da região registre expansão de 4%, "em grande parte devido a um ambiente externo mais fraco, à medida que o crescimento das economias avançadas e da China cair", afirma o Banco Mundial, apontando também que "vários países da região estão sujeitos a fluxos internos de capital potencialmente desestabilizadores, os quais têm contribuído para um superaquecimento e uma forte valorização da moeda".

Mercados desenvolvidos ainda preocupam
Ademais, estima-se que o PIB global, que cresceu 3,9% em 2010, irá reduzir a velocidade, avançando 3,3% em 2011 e 3,9% em 2012. Já os países em desenvolvimento, que cresceram 7% em 2010, devem seguir puxando o ritmo global, crescendo 6% em 2011 e 6,1% em 2012.

Mas o relatório lembra que "embora se projete um crescimento estável até 2012, é ainda hesitante a recuperação em várias economias emergentes da Europa e da Ásia Central e em alguns países de alta renda". Para os países desenvolvidos, a expectativa é de crescimento conjunto de 2,4% em 2011 e 2,7% em 2012.

Fonte: www.web.infomoney.com.br


Posts relacionados

Previdência Corporate, por Redação

Aposentadoria integral pelo INSS exige até 7 anos a mais de trabalho

Trabalhadores que querem se aposentar e receber o mesmo valor do salário na aposentadoria concedida pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) devem ter que trabalhar por até sete anos além do exigido pela Previdência, segundo informações do jornal Folha de S.Paulo publicadas nesta segunda-feira.

Previdência Corporate, por Redação

Previdência Complementar do Estado abre inscrições

São Paulo foi pioneiro ao adotar o sistema previdenciário, em dezembro de 2011

Previdência Corporate, por Redação

Mulheres aderem cada vez mais à previdência privada e investimentos de longo prazo

A mulher do século XXI possui um perfil diferenciado. Além do papel multifunção, ela agora é investidora. Preocupada com o seu futuro e o de sua família, a mulher passou a aplicar seu dinheiro para complementar sua renda ao se aposentar, cenário até então bem comum somente entre os homens.

Previdência Corporate, por Redação

INSS paga R$ 170 mi em benefícios por mês

Servidora do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) há 26 anos, a gerente executiva Márcia Cristina Pinto acompanhou os avanços e melhorias da previdência social no Estado de Rondônia.

Previdência Corporate, por Redação

Mais cinco municípios em Alagoas terão agências do INSS

Os municípios de Feira Grande, Matriz do Camaragibe, Cacimbinhas, Boca da Mata e Passo do Camaragibe sediarão novas Agências da Previdência Social (APS).

Previdência Corporate, por Redação

Previdência ajuíza primeira ação regressiva decorrente de acidente de trânsito

Nesta quinta-feira (3), o ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro Luciano Hauschild, e o procurador-chefe da Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS (PFE/INSS), Alessandro Stefanutto, ajuízam em Brasília a primeira ação regressiva do país em razão de acidentes de trânsito graves - com mortes e lesões sérias - causados pela irresponsabilidade de motoristas.

Deixe seu Comentário:

=