Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 22/03/2012
Doença crônica tratada de forma errada pode elevar o gasto com medicamentos em até 481%
Estudo mostra que doenças crônicas, como a hipertensão, o diabetes e a dislipidemia (colesterol elevado), se não tratada corretamente, pode elevar em até 481% os gastos com medicamentos.
Participaram do estudo 28 mil pessoas que apresentavam essas ou outras doenças crônicas. Os dados mostraram que um paciente hipertenso gasta, em média, R$502,12 por ano para tratar a doença. Esse valor sobre para R$531,75 para quem tem colesterol dislipidemia e para R$ 1.293,68 quando a doença é o diabetes.
A grande questão é que, se não tratadas de forma adequada, essas doenças podem desencadear outras, como acidente vascular cerebral (AVC), infartos e outras doenças do coração.
O estudo mostrou que as despesas com mais de uma dessas doenças também pode subir consideravelmente, 481%, e chegar até os R$ 2.417,43, para quem passa a ter que controlar, por exemplo, além da hipertensão, o diabetes e o colesterol elevado.
Os especialistas recomendam às pessoas que sofrem como esses problemas que busquem controlar o peso, manter uma alimentação saudável e praticar alguma atividade física, porque o sedentarismo e a obesidade agravam as doenças crônicas.
Fonte: boasaude.uol.com.br
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O tratamento é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A criança toma o medicamento para repor regularmente o fator de coagulação no sangue. Com isso, previne lesões nas articulações e diminui as chances de sangramentos.
Para ter direito ao remédio, a criança precisa ter cadastro em um dos 35 centros de tratamento de hemofilia - a maioria deles vinculados aos hemocentros dos Estados ou municípios. Depois de uma avaliação médica e psicológica, os pais ou responsáveis assinam termo de compromisso sobre o uso do medicamento pela criança em casa.
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