Publicado por Redação em Notícias Gerais - 27/07/2011

Imóveis: gastos com reforma são mais representativos no Norte e Nordeste

SÃO PAULO – Em 2010, o Norte e o Nordeste foram as regiões onde os gastos com reforma registraram a maior participação do total de gastos com habitação. No Norte, de um total de R$ 5,7 bilhões desembolsados com imóveis, 36,5% foram para a reforma. No Nordeste, por sua vez, 31,8% dos R$ 17 bilhões gastos com habitação foram destinados à reforma.
 
De acordo com o dados do estudo Clube da Reforma, do Data Popular, do total gasto com reforma em todo País (R$ 36 bilhões), R$ 17,9 bilhões estão concentrados na região Sudeste e R$ 8,7 bilhões no Sul. Em seguida, aparecem o Nordeste (R$ 5,4 bi), Centro-Oeste (R$ 2,8 bi) e Norte (R$ 2,1 bi).
 
Reformas no futuro
Os brasileiros residentes na região Nordeste são os que mais pretendem reformar a casa ou apartamento. Só em Salvador, 56% dos moradores pretendem fazer algum tipo de reforma em suas residências nos próximos 12 meses.
 
O estudo feito em 5 mil domicílios brasileiros das principais regiões metropolitanas no último trimestre de 2010, constatou ainda que, em Recife, 49% dos habitantes pretender realizar alguma reforma, fazendo com que a cidade seja a segunda na intenção de reforma do imóvel em um ano.
 
Em terceiro lugar, está Curitiba, com 42% das pessoas com a mesma intenção, em seguida, aparece Fortaleza (38%) e, no quinto lugar, a cidade de São Paulo, com 36% dos moradores que pretendem reformar suas residências.
 
Na sexta posição ficou a cidade de Porto Alegre (33%), seguida por Rio de Janeiro (30%) e, por fim, Belo Horizonte e Brasília, ambas com 27%.
 
Compra
Já na aquisição de imóveis, em 2010, no Brasil foram gastos R$ 81 bilhões, sendo R$ 37,9 bilhões na região Sudeste e R$ 20,8 bilhões na região Sul. Na sequência, aparecem o Nordeste, com R$ 11,6 bilhões, o Centro-Oeste (R$ 2,8 bi) e o Norte (R$ 2,1 bi).
 
Dos gastos gerais com habitação dentro da região, o Sul e o Centro-Oeste apresentaram o maior percentual de participação na compra de imóveis, de 70,5% e 70,2%, respectivamente.
 
Fonte: web.infomoney.com.br | 27.07.11

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