Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 04/02/2011
Nutricionista explica dieta dos países magros
No recém-lançado no Brasil "Dieta dos Países Magros" (ed. Lua de Papel), o nutricionista canadense Harley Pasternak usou dados da OMS para fazer uma lista, que inclui Japão, Israel, França e até Itália. O estudo dos hábitos alimentares e de vida desses países resultou em uma dieta que, segundo o autor, pode ser aplicada em qualquer lugar. Leia trechos de sua entrevista à Folha.
Folha - O que os países "magros" têm em comum?
Harley Pasternak - Eles mantêm costumes que ajudam a colocar a comida na perspectiva certa: fazem refeições demoradas e estruturadas, têm prazer na comida, comem tudo com moderação, buscam o equilíbrio de sabores e fazem exercícios.
Há alguma comida específica que ajude a ficar magro?
Você não pode julgar a saúde de uma nação baseado apenas no que as pessoas comem. Precisa ver como eles vivem e se movimentam. Os japoneses vão a todos os lugares a pé. O francês só compra comida quando ela acaba, não estoca alimentos.
Como os italianos, com sua paixão por macarrão, entraram na lista dos magros?
A dieta italiana é rica em frutas, vegetais, grãos e proteínas magras. Eles amam macarrão, mas nunca o comem como prato principal.
Fonte: www1.folha.uol.com.br | 04.02.11
Posts relacionados
Empresas investem na prevenção de doenças de funcionários
O envelhecimento da população e o reajuste acima da inflação nos preços dos procedimentos médicos estão colocando os custos com saúde de funcionários no topo das preocupações das grandes empresas no Brasil.
Saúde autoriza repasse de R$ 28 milhões para ampliar oferta de pré-natal
O Ministério da Saúde autorizou o repasse de R$ 28 milhões para a ampliação da oferta de exames pré-natal e para a aquisição de testes rápidos de gravidez. A estimativa é que mais de 557 mil gestantes sejam beneficiadas e que mais de 535 mil testes sejam realizados.
Plano não pode fixar limite para despesa hospitalar, diz STJ
O STJ (Superior Tribunal de Justiça) considerou ilegal a prática adotada por um plano de saúde que limitou em contrato o valor das despesas com internação hospitalar.







