Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 29/08/2016

Para o Grupo Nunes & Grossi a sustentabilidade de Planos de Saúde corporativos depende de inúmeras variáveis

SÃO PAULO, 24 de agosto de 2016 /PRNewswire/ -- Com clientes de vários portes, o Grupo Nunes & Grossi, especializado em seguros, tem encarado alguns desafios. Um percentual significativo de empresas os consultou para mudar o perfil do plano de saúde. Sendo este o maior custo, após a folha salarial, é natural que, na crise, tentem reduzir gastos. Mas este não é caminho mais adequado.

"Não tem sentido se a empresa está satisfeita com o serviço da operadora, migrar de plano. Se as corretoras ganham, e muito, com a troca, propô-la como solução ideal tem um viés mais financeiro do que de gestão consciente, pois há impactos envolvidos nessa decisão. Mudar de plano, pela sinistralidade, deixa déficits pelo caminho. Resultado: a empresa fica com o nome sujo. A melhor conduta é avaliar o custo e tornar a prestação de serviços adequada ao perfil do cliente", explica Ana Paula Ramos, Diretora de Relações Empresariais da Nunes & Grossi.

Com o aumento das demissões mudar o plano piora o ambiente. "Reduzir uma rede muito intensa e encontrar parceiros menos onerosos e efetivos é uma alternativa. A longevidade é real. O custo médico é crescente. A ANS trabalha para que o sistema funcione, pois será um prejuízo incalculável a falência dos planos".

Um trabalho eficiente de gestão de um plano precisa contar com um comitê de saúde formado por representantes de vários níveis da empresa. Em conjunto podem avaliar o desenho do plano visando melhorar sua utilização e para que ninguém se sinta lesado. "Os comitês de saúde devem avaliar com frequência os resultados do contrato, quanto se pagou e gastou e qual foi a maior incidência médica, assim é possível estabelecer ações para conter o uso inadequado e evitar reajustes altos. Em uma recente avaliação detectamos que 40% dos exames ficam nos laboratórios. Isso é muito grave. O cuidado com a saúde tem que ter começo, meio e fim. O Plano não é um cartão de crédito sem limite. Programas de prevenção em saúde tem se mostrado altamente eficientes nesse cenário, também", conclui.

Algumas operadoras se acomodam com o contrato. Por isso é preciso rever limites técnicos e problemas na utilização. Sempre há alternativas. E é um alívio encontra-las, pois prestigia usuários e empresas.

FONTE Grupo Nunes & Grossi

Fonte: Portal Exame


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