Publicado por Redação em Vida em Grupo - 13/05/2013
Seguro é o segmento que mais desonera o Estado
O mercado de seguros quer se firmar como o segmento privado mais capacitado para desonerar os cofres públicos. Segundo o novo presidente da CNSeg, Marco Antonio Rossi, essa característica fica clara com a ação complementar que o setor exerce em áreas importantes como a saúde e a previdência.
Ele lembra que, no ano passado, as empresas que operam no ramo de saúde suplementar pagaram cerca de um bilhão de procedimentos médicos, o que representa uma média fantástica de 2,7 milhões de registros diários ou ainda mais de 114 mil a cada hora.
Ainda em 2012, 500 mil partos foram cobertos pelo setor privado. “Essas crianças receberam um atendimento de qualidade. O Brasil já é referência em saúde na América Latina e isso muito se deve á atuação do setor privado”, destaca Rossi.
Ele frisa que esse cenário se repete na previdência complementar, que oferece uma tranquilidade maior para quem se preocupa com o futuro, e no ramo vida. “No ano passado, foram pagas 500 mil indenizações no seguro de vida”, revela o presidente da CNSeg.
Rossi observa ainda que em breve o setor ampliará a sua rede de proteção com a regulamentação do seguro popular para automóveis e o VGBL Saúde.
Segundo ele, o seguro para carros antigos protegerá uma ampla camada de motoristas que não contam com a cobertura de uma apólice e, muitas vezes, acabam recorrendo a produtos irregulares, como a chamada “proteção veicular”, oferecida por associações e cooperativas.
Já o VGBL Saúde chegará em um momento em que aumenta a preocupação com o atendimento a quem chega à terceira idade. “A população vive mais e precisará fazer uma provisão para o futuro, pois o Governo não terá como oferecer uma proteção eficiente para todos”, acentua.
Fonte: cqcs
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