Publicado por Redação em Vida em Grupo - 28/08/2014

Serviços confortam em hora difícil

O seguro de vida é o benefício mais comum oferecido pelas empresas aos funcionários no Brasil. Em muitos negócios, há obrigatoriedade de contratação da cobertura básica (morte e invalidez)para atender às exigências dos sindicatos. Com o intuito de incrementar a oferta, as seguradoras tentam deixar o produto mais atrativo, incluindo nas apólices itens como auxílio alimentação, cesta básica, auxílio funeral e até mesmo nutricionista. Cada cobertura adicional vai depender do interesse da empresa durante a contratação.

O produto básico de vida tem cobertura por morte e invalidez e oferece assistência funeral e auxilio alimentação. O produto está voltado a empresas com o mínimo de 3 e o máximo de 200 empregados.

Há outros produtos para atender empresas de 3 a 500 funcionários. Trata-se de um produto de fácil contratação, em que a empresa determina um capital que é dividido igualmente pelo número de funcionários.

Além do pacote básico do seguro de vida (cobertura por morte ou invalidez) outras coberturas adicionais, como auxílio funeral, são apresentadas às empresas. Boa parte delas sem proteção de vida e plano de previdência.

É muito comum as empresas oferecerem o seguro de vida, incluindo a cobertura de auxílio funeral. A apólice cobre despesas relativas ao sepultamento, no caso de falecimento do segurado. O serviço está muito ligado ao conforto dos familiares, já que é a seguradora quem cuida de toda a burocracia, diz o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), Osvaldo do Nascimento.

Os seguros de vida coletivos, contratados por empresas de pequeno, médio e grande porte são os que mais crescem. Enquanto o seguro de vida individual registrou prêmio (valor pago para a seguradora) de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, os seguros de vida coletivos registraram R$ 8,7 bilhões em prêmios no ano passado. No período de janeiro a maio de 2014, os prêmios coletivos somaram R$ 3,8 bilhões, segundo dados da Fenaprevi.

Fonte: DCI


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