Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 10/09/2013

Você contrataria uma consultoria hospitalar para sua empresa?

Para alguns esta é uma pergunta complicada de responder. É estranho admitir que alguma área do meu empreendimento tenha problema. É difícil partilhar com estranhos as vicissitudes do seu negócio.

Este é um posicionamento empresarial cada vez menos presente na realidade dos Hospitais Brasileiros.

A diversidade de atividades do âmbito hospitalar e a super especialização de muitos segmentos tem feito com que as instituições busquem soluções através de parceiros comerciais, desenvolvendo alianças sólidas e duradouras. A dinâmica atual e a busca cada vez maior do “foco” no seu negócio têm servido de pano de fundo para que esta realidade aconteça.

Muitas vezes há uma nova demanda a ser atendida e é difícil e oneroso montar internamente uma estrutura especializada e que dê conta do assunto.

Atividades ligadas a TI, marketing, planejamento estratégico, gestão médica e tantas outras podem ser contratadas no mercado com custo/benefício interessantes e com resultados expressivos.

Às vezes a demanda nasce de uma opção de crescimento da empresa, em outras de uma deficiência observada.

Um exemplo típico está relacionado ao planejamento estratégico da instituição. Quando se está iniciando os trabalhos ou revendo resultados, uma boa consultoria externa se mostra mais efetiva do que destacar alguém internamente para assumir a implementação deste processo.

Ao contratar consultores independentes, a instituição agrega à atividade a imparcialidade de alguém de fora e a experiência de já ter vivido situações semelhantes em outros projetos. Evita-se assim repetir erros.

Mas nem tudo são flores. A contratação de uma consultoria requer cuidado e minucioso estudo acerca do projeto a ser desenvolvido.

Primeiro deve-se definir internamente qual a entrega que se quer. Que resultado se espera com a atuação conjunta, Hospital e consultoria. Isto mesmo, atuação conjunta. De nada adianta saber onde se quer ir se não houver o comprometimento das pessoas com os planos e ações a serem implementadas.

Em segundo lugar deve-se pesquisar acerca da idoneidade da empresa a ser contratada e sua experiência naquela área específica de atuação. Analisar seu portfólio de projetos e ouvir a opinião de antigos clientes dará noção exata da seriedade do parceiro.

Observados os pontos mencionados, busca-se no mercado empresa parceira que melhor se identificar com as necessidades do contratante. Daí em diante, é dar espaço para o trabalho seguir seu rumo e monitorar os resultados. Parceria boa é aquela em que todos ganham. Ganhe você também!

* Marcus Henrique Wächter é administrador hospitalar e sócio consultor da GEESTA Consultoria em Saúde

Fonte: Saúde Web


Posts relacionados

Saúde Empresarial, por Redação

MS investe em ações para aumentar expectativa de vida

Brasil está inserido no relatório global que confirma aumento da expectativa de vida mundial, com menos qualidade. O Plano de Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, lançado pelo Ministério da Saúde, visa reverter esse cenário

Saúde Empresarial, por Redação

Atividade física pode evitar insuficiência cardíaca em idosos

Exercitar-se é um hábito que pode ajudar a prevenir uma série de complicações de saúde.

Saúde Empresarial, por Redação

Governo de São Paulo terá direito a remédio com desconto

Catorze farmacêuticas devem cumprir a obrigação de vender medicamentos ao Estado de São Paulo com o desconto previsto por lei, de cerca de 25%.

Deixe seu Comentário:

=