Publicado por Redação em Vida em Grupo - 12/11/2015

BB e Mapfre explica as principais dúvidas sobre o seguro de vida

Valor da indenização deve ser calculado com base nos gastos mensais da família na falta do provedor

Os seguros de vida estão cada vez mais presentes na vida dos brasileiros, mas os consumidores ainda têm dúvidas na hora da contratação.

Segundo o diretor geral de seguro de Pessoas do Grupo Segurador Banco Do Brasil e Mapfre, Enrique De La Torre, os principais questionamentos que pairam na cabeça dos consumidores dizem respeito ao valor ideal da indenização e o momento adequado de se adquirir este tipo de apólice.

O executivo explica que, diferentemente de outras apólices que protegem um bem com valor mensurável, como a casa ou o automóvel, o seguro de vida objetiva o ressarcimento de um bem intangível, ou seja, a vida. E este é o principal fator para os questionamentos dos consumidores. Porém, segundo De La Torre, estabelecendo um objetivo para a contratação, e considerando alguns fatores, é possível, sim, calcular o valor ideal da indenização para cada caso.

“Os consumidores precisam ter em mente que, caso aconteça um imprevisto com o segurado, a indenização precisa garantir a saúde financeira de seus dependentes por um período, para que eles possam reestruturar a sua vida sem perder o padrão adquirido”, explica o executivo. “Esse valor precisará cobrir as despesas do dia a dia, como, por exemplo, mensalidade escolar dos filhos, aluguel, alimentação, contas de água e energia etc.”, pondera Enrique.

A idade certa para contratar um seguro de vida é outra dúvida recorrente, segundo o especialista. De La Torre explica, contudo, que não existe uma idade ideal, já que, independentemente do momento da vida em que a pessoa se encontre, ela está sujeita a um imprevisto e sempre haverá a necessidade de proteção. O que pode variar é o tamanho da necessidade e a fonte de preocupação – estudo dos filhos, cuidado dos pais e/ou cônjuge, dívidas etc. O importante é o cliente identificar as necessidades e optar pela apólice que contemple as coberturas mais adequadas ao seu atual momento da vida.

“Trabalhamos para o amadurecimento da cultura de seguros no Brasil e isso passa obrigatoriamente pelo seguro de vida, porque em muitos setores da sociedade temos uma tradição de não olhar eventos negativos, como a morte, como um dado da realidade. As pessoas deveriam pensar nesses imprevistos com mais realismo e, nesse sentido, o seguro de vida é um grande aliado das famílias”, ressalta o diretor geral.

“No Grupo BB e Mapfre, por exemplo, contamos com uma apólice voltada exclusivamente à mulher, com cobertura em caso de diagnóstico de câncer de mama, útero e ovário. Se a segurada for diagnosticada com este tipo de doença receberá uma indenização imediatamente, que poderá usufruir com total liberdade, seja para o tratamento da doença ou outra necessidade que tenha”, complementa o executivo.

Enrique alerta, ainda, para a importância de os consumidores indicarem em sua apólice quem será o beneficiário ou beneficiários no contrato. Ou seja, quem deve receber a indenização caso ocorra um imprevisto com o titular.

“Existem consumidores que imaginam que, pelo simples fato de estarem casados, por exemplo, não é necessário indicar um beneficiário em sua apólice, mas não é tão simples assim”, salienta o executivo. “Geralmente, quando o segurado não especifica na apólice quem deve receber a indenização, a metade do valor é paga ao cônjuge não separado judicialmente, e o restante aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária”, conclui o especialista.

Por este motivo, segundo De La Torre, para que o planejamento do consumidor transcorra como imaginado, é necessário indicar os beneficiários no momento da contratação e a porcentagem que cada um deve receber, quando houver mais de um herdeiro.

O Grupo BB e Mapfre é líder no mercado do seguro de Pessoas, com 19,2 % de market share.

Fonte: JRS Comunicação


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