Publicado por Redação em Notícias Gerais - 13/07/2011
SP: residências de até 130 metros quadrados foram as mais vendidas em maio
SÃO PAULO - As unidades residenciais de até 130 metros quadrados na cidade de São Paulo representaram 88,4% das vendas imobiliárias no mês de maio deste ano, de acordo com levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
Dentro deste segmento, os imóveis com área útil entre 46m2 e 65m2 se destacaram, ao responder por 40,9% dos negócios efetuados na cidade. Foram 974 unidades vendidas no quinto mês, o que levou a um índice de 17,5% de VSO (Venda sobre Oferta), que mede o desempenho entre o total de unidades vendidas e a oferta existente.
Na sequência, estão os imóveis entre 66m2 e 85m2, cuja participação nas comercializações atingiu 26,5%. Ao todo, 630 unidades foram negociadas em maio e o VSO para esse segmento foi de 15,5%.
Imóveis com área entre 86m2 e 130m2 e com área inferior a 45m2 registraram as menores representatividades no grupo, com participações respectivas de 13,4% e 7,6% do total das vendas. No primeiro caso, 318 unidades foram comercializadas, enquanto no segundo foram 181 imóveis. Já o VSO das unidades foram de 11,9% e 17,5%.
Acima de 130m2
As unidades acima de 130m2 na cidade de São Paulo somaram 11,7% das vendas imobiliárias no quinto mês de 2011. Segundo dados do Secovi-SP, imóveis entre 131m2 e 180m2 apresentaram o maior nível de participação nas negociações deste grupo, de 8,1%. No geral, esse segmento vendeu 192 unidades e registrou VSO de 12,9%.
Já os imóveis com área superior a 180m2 tiveram participação de apenas 3,6% nas vendas na capital paulista, com somente 85 unidades residenciais vendidas. O VSO deste segmento foi de 9,5%.
Resultados
Ao longo do mês de maio, foram comercializados na cidade de São Paulo 2.380 imóveis residenciais novos. Ante as vendas de abril, de 2.319, houve alta de 2,6%.
O VSO (Vendas sobre Ofertas) ficou na média de 15,1% no quinto mês deste ano, inferior aos 16% de abril e à média de 16,7% de maio de 2010.
Fonte: web.infomoney.com.br | 13.07.11
Posts relacionados
Fazenda baixa de 3% para 2% previsão de alta do PIB em 2012
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, admitiu nesta quinta-feira (13) que o crescimento da economia brasileira deverá ficar em 2% neste ano, reduzindo a previsão anterior do ministério, de expansão de 3%. No começo deste ano, Mantega informava que o crescimento da economia seria superior a 4% no período.
Discussão sobre fim do fator previdenciário está paralisada
O fim do fator previdenciário não tem previsão para voltar a ser discutido pelo governo, informou o secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência Social (MPS), Leonardo Rolim
bovespa segue otimismo do mercado externo e registra alta
O Ibovespa segue o bom desempenho das bolsas internacionais e registra alta de 1,02%, aos 62.583 pontos no pregão regular desta terça-feira (17), refletindo o otimismo do mercado com o leilão de dívida na Espanha e o resultado do indicador de confiança na Alemanha,
Dilma anuncia ambicioso conjunto de medidas de incentivo à indústria
A presidente Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira um ambicioso conjunto de medidas de incentivo ao setor industrial, duramente castigado pela crise internacional, a fim de garantir que o país alcance neste ano crescimento econômico de 4,5%.
Por PIB de 4%, Dilma estaria disposta a reduzir impostos
A presidente Dilma Rousseff tem como principal missão neste ano um crescimento econômico de 4% e está disposta a reduzir impostos, tomar medidas de estímulo e possivelmente sacrificar outras metas se preciso, disseram fontes do governo à Reuters.
Na ONU, Dilma pedirá articulação para solucionar crise econômica
A presidente Dilma Rousseff pedirá nesta quarta-feira, ao discursar na abertura da 66ª Assembleia Geral da ONU, uma articulação entre os países para superar a crise econômica global.
Ministério Público vai investigar médicos do HC de Botucatu (SP)
O Ministério Público Estadual de São Paulo vai instaurar inquérito civil para apurar acusações de que médicos do Hospital das Clínicas de Botucatu (238 km de São Paulo) estariam descumprindo sua carga horária.







