Publicado por Redação em Saúde Empresarial | 03/08/2016 às 11:26:50


Plano de saúde individual virou raridade, constata PROTESTE


Foto Divulgação

Avaliação da PROTESTE Associação de Consumidores com 120 planos de saúde individual e familiar comprova que o cenário não é favorável a quem precisa contratar um novo plano nessas modalidades, já que as operadoras quase deixaram de oferecê-las.

A PROTESTE constatou que, dos 120 planos avaliados, apenas 9% conseguiram obter conceito acima de 51 (nota mínima exigida para indicação da escolha certa). E apenas dois desses planos ofereciam cobertura nacional, ambas da operadora Unimed Goiânia. Os demais limitavam-se à cobertura, no máximo, estadual. Os preços elevados e as poucas opções de rede credenciada, em muitos casos, prejudicam os consumidores interessados na contração de um plano.

Há sete anos, quando a PROTESTE começou a fazer estes levantamentos anuais, mais de 50% dos planos analisados tinham abrangência nacional. Hoje, esse percentual não chega a 25%.

Já os planos que englobam grupos de municípios apresentam crescimento constante. A abrangência de um plano é um fator importantíssimo para quem viaja a trabalho.

Para os moradores de Goiânia, o plano UniBrasil (Unimed Goiânia) é a escolha certa. Apesar de ser um plano nacional, a maior parte de sua rede credenciada está no estado de Goiás.

Para os estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Ceará, não houve escolha certa, pois nenhum plano conseguiu cumprir todos os requisitos necessários. As opções com melhor custo-benefício para essas regiões foram os planos Assim (Ideal - Rio de Janeiro), Samp (Pleno - Espírito Santo) e HapVida (Nosso Plano - Ceará).

Os individuais seriam a melhor opção, por terem o reajuste estipulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), mas a escassez da oferta tem levado muita gente a optar pelos planos coletivos. O que nem sempre é uma boa ideia, porque os reajustes são por variação de custo e as operadoras podem cancelar o contrato unilateralmente a qualquer momento.

(Redação - Agência IN)

Fonte: IN Investimentos e Notícias


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