Publicado por Redação em Previdência Corporate - 12/03/2012
Previdência: mulheres são mais conservadoras
A SulAmérica Seguros, Previdência e Investimentos fez um levantamento do perfil da carteira de clientes de previdência privada e constatou: as mulheres estão cada vez mais presentes no mercado investidor e se mostram conservadoras quando o assunto é aplicação em produtos de previdência privada.
Dados de 2011 mostram que 77% das mulheres que investiram em PGBL optaram por fundos conservadores, ou seja, com maior concentração em renda fixa. Em 2008, este percentual era de 54%. O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) é o plano de previdência indicado para aqueles que fazem a declaração do Imposto de Renda pelo formulário completo, uma vez que o participante pode abater as contribuições do valor da base de cálculo do imposto, até o limite de 12% da renda brutal anual.
Na modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livres), indicada para quem faz a declaração simplificada do Imposto de Renda, pois as contribuições a estes planos não são descontadas da base de cálculo do Imposto de Renda, nota-se que o perfil conservador também predomina em 56% das investidoras.
“Sabemos que existem fatores que influenciam na decisão de investimento. Para as mulheres, além do cenário econômico, pesam na decisão de investimento as necessidades de consumo e a preocupação com o futuro pessoal e familiar”, explica a diretora técnica de Vida e Previdência da SulAmérica, Carolina de Molla.
Solteiras
Na SulAmérica, 61% das mulheres que investem em VGBL são solteiras, entre as que investem em PGBL, a porcentagem de solteiras é de 54%. A média de idade varia de 37 a 39 anos. “São mulheres independentes financeiramente que se preocupam com a manutenção do padrão e a qualidade de vida na fase da aposentadoria”, comenta Carolina.
O perfil de investimento conservador das mulheres se repete quando o assunto é menores. No Educaprevi, plano de previdência contratado por pais e responsáveis para crianças e adolescentes, estão concentrados em renda fixa. “Mais uma vez é o perfil conservador da mulher definindo a opção de previdência para a família”, finaliza Carolina.
Fonte: segs
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