Publicado por Redação em Previdência Corporate - 26/12/2014

Previdência privada também pode ser usada para pagar estudos; veja simulações

Foi-se o tempo em que planos de previdência privada eram um tipo de investimento voltado exclusivamente para a aposentadoria. Pesquisas da Brasilprev, uma das maiores empresas desta indústria, mostram que pais, avós e tios contratam este produto visando, prioritariamente, custear projetos educacionais para filhos, netos e afilhados.

"A maioria dos pais, avós e tios menciona a educação como prioridade para usufruir dessas reservas, com a diferença de que as classes A e B tem foco nas especializações, mestrados e intercâmbio, enquanto as classes C e D pretendem investir na primeira formação desse menor", comenta a gerente de Inteligência e Gestão de Clientes da Brasilprev, Soraia Fidalgo. Ela ainda complementa que para esses dois últimos estratos sociais, nota-se a vontade dos pais de proporcionarem aos menores algo que eles mesmos não tiveram, com a esperança de que cresçam na vida e tenham melhores oportunidades.

Hoje, na base de clientes da Brasilprev, os planos Junior representam 37% do total. Só nos últimos quatro anos houve aumento de 22% nesse número e uma evolução de 31% no valor médio das contribuições mensais, que atualmente é de R$ 131. Soraia afirma que os planos de previdência para menores, lançados de maneira pioneira pela Brasilprev em 1997, são uma alternativa atrativa de investimento. Afinal, além de incentivarem a disciplina e educação financeira dentro de casa, fazem com que importantes projetos se tornem viáveis com a sensação de menor sacrifício. "Como o foco do produto são períodos maiores, há um longo horizonte de tempo para a acumulação de recursos, o que faz com que os aportes mensais estejam adequados à renda da família e, ao mesmo tempo, sejam suficientes para a realização do objetivo. Com o passar dos anos, a soma desses valores e a rentabilidade gerada trarão ganhos importante à reserva, que poderão fazer grande diferença no início da vida adulta deste menor", finaliza.

Abaixo, alguns exemplos de projetos e simulações que ilustram a flexibilidade e acessibilidade do produto. As simulações trazem os valores mensais necessários a serem investidos por 18 anos em um plano de previdência para que diferntes tipos de projetos educacionais sejam viabilizados:

Cursos técnicos
Contribuição mensal ao plano de previdência – R$ 25,00*
Para curso de valor total estimado em R$ 5 mil;
Contribuição mensal ao plano de previdência R$ 31,35
Para curso de valor total estimado em R$ 12 mil

Graduação popular
Contribuição mensal ao plano de previdência – R$ 78,37
Para curso de valor total estimado em R$ 30 mil;
Contribuição mensal ao plano de previdência R$ 117,55
Para curso de valor total estimado em R$ 45 mil

MBA
Contribuição mensal ao plano de previdência – R$ 26,12
Para curso de valor total estimado em R$ 10 mil;
Contribuição mensal ao plano de previdência R$ 156,73
Para curso de valor total estimado em R$ 60 mil

Intercâmbio EUA
Contribuição mensal ao plano de previdência – R$ 44,41
Para curso de valor total estimado em R$ 17 mil;
Contribuição mensal ao plano de previdência R$ 83,59
Para curso de valor total estimado em R$ 32 mil

Pós-Graduação EUA
Contribuição mensal ao plano de previdência – R$ 287,35
Para curso de valor total estimado em R$ 110 mil;
Contribuição mensal ao plano de previdência R$ 365,71
Para curso de valor total estimado em R$ 140 mil

*R$ 25,00 reais é o mínimo de contribuição nos planos VGBL da Brasilprev, neste caso o montante será de R$ 9570,34, tendo a participante R$ 4.570,34 a mais para outros projetos de vida;
**Considerando 6% a.a de rentabilidade, e desconsiderando qualquer tipo de carregamento;
***Os cálculos aqui apresentados são mera estimativas, não gerando obrigações a Brasilprev

Fonte: www.uol.com.br


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