Publicado por Redação em Previdência Corporate - 05/10/2012
Previdência Social: regra para pensão de morte mudará
A ideia é aproximar o sistema do Brasil dos demais na maior parte do globo, que contam com restrições em relação aos valores desembolsados e às pessoas aptas a recebê-los. Isso se deve à preocupação do governo com os altos gastos da Previdência Social com pensões pagas após a morte dos contribuintes. Leonardo Rolim, do Ministério da Previdência Social, afirmou que as mudanças nas regras de pensões no país estão entre as prioridades.
“O Brasil tem o sistema mais benevolente de pensões do mundo e não dá para mantê-lo como está. A estratégia política foge da minha atribuição, mas o debate está aberto e a discussão já ocorre”, destacou. “O que falta é uma estratégia do governo sobre como encaminhar o tema”. O secretário citou ainda diversos pontos em que o modelo do Brasil difere dos sistemas adotados em outros países. “Aqui, por exemplo, não há prazo de carência nem prazo mínimo para o recebimento do benefício após a assinatura de um casamento ou união estável.
Além disso, no Brasil, são pagos os valores integrais dos benefícios, não importando a quantidade de dependentes”, declarou.
Fonte: segs
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