Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 17/08/2011

Saúde e segurança são os setores mais mal avaliados do governo Dilma

A pesquisa de opinião do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), mostra que saúde e segurança pública são os setores do governo da presidenta Dilma Rousseff mais mal avaliados pela população. Já o ensino público recebeu a maior nota da pesquisa.
 
Em uma escala de 0 a 10, a nota média para a rede pública de saúde e para a segurança pública foi a mesma: 4,5. A escola pública e o transporte receberam as notas mais altas, respectivamente 5,9 e 5,4. As estradas brasileiras receberam nota 4,8.
 
De acordo com a pesquisa, em uma base de 0 a 100, o índice de expectativa do cidadão com o governo Dilma é 72,16. O índice é uma ponderação entre as variáveis emprego, renda, saúde, educação e segurança pública para o próximo semestre.
 
Já o índice de avaliação do governo ficou em 49,17, formado pela ponderação das mesmas variáveis para os últimos seis meses. A pesquisa entrevistou 2 mil pessoas, em 136 municípios de 24 estados, de 7 a 12 de agosto.
 
Fonte: www.saudeweb.com.br | 17.08.11

Posts relacionados

Saúde Empresarial, por Redação

Estresse faz pessoas manterem seus hábitos, bons ou maus

Pessoas estressadas, aparentemente não têm energia para novos comportamentos, indica estudo

Saúde Empresarial, por Redação

Saúde autoriza recursos para ações de combate à gripe em São Paulo

Portaria do Ministério da Saúde publicada hoje (17) no Diário Oficial da União estabelece recursos para ações de média e alta complexidade destinadas ao enfrentamento da gripe no estado de São Paulo.

Saúde Empresarial, por Redação

Descoberto primeiro alarme do corpo na invasão de um vírus

Pesquisadores localizaram um ponto exato no corpo humano onde é dado o primeiro sinal de alerta do ataque de um vírus, acionando o sistema imunológico.

Saúde Empresarial, por Redação

Governo de São Paulo terá direito a remédio com desconto

Catorze farmacêuticas devem cumprir a obrigação de vender medicamentos ao Estado de São Paulo com o desconto previsto por lei, de cerca de 25%.

Deixe seu Comentário:

=