Publicado por Redação em Vida em Grupo - 14/03/2014

Seguradoras oferecem planos para pequenas empresas

O mercado de seguros cresceu 9,9% no Brasil em 2013, de acordo com dados da Siscorp com base nos balanços das seguradoras. Mirando este mercado em potencial, tem se oferecido soluções cada vez mais específicas para uma série de eventuais riscos que o consumidor possa sofrer, inclusive o ramo empresarial.

Apólices que visam as pequenas e médias empresas e estão focadas em seus problemas cotidianos têm crescido. "Houve crescimento generalizado dos planos de seguros. O brasileiro está começando ter essa cultura agora e, com o crescimento da economia do País nos últimos anos e o mercado mais consolidado, os médios e pequenos empresários também têm buscado soluções para imprevistos do dia a dia", explicou Manes Erlichman, diretor da Minutos Seguros.

A empresa lançou, junto com a Liberty Seguros, apólices que incluem os tipos de proteção mais comuns, como para roubos e incêndios, além de outras opções direcionadas a 16 segmentos diferenciados, dentre eles - bares, padarias, clínicas de estética, papelarias e salões de cabeleireiros.

Assim, um pequeno empreendedor de uma floricultura, por exemplo, que por eventualidade tenha suas mercadorias estragadas em uma colisão de carro, pode pedir indenização pelas flores, o que não seria garantido em serviços de caráter mais tradicional de seguros para automóveis, segundo Erlichman. Proteção a danos pessoais sofridos por clientes em lojas, quebra de pratos ou alimentos estragados por falta de energia em restaurantes ou livros e discos roubados em livrarias são alguns dos exemplos de cobertura deste tipo de seguro.

Erlichman diz que as empresas que mais procuram proteção ainda são escritórios comerciais. Ele afirma que pequenos e médios empresários são muito motivados pelas ocorrências em sua vizinhança, então fatores como índices de assaltos e violência nos bairros são fatores determinantes que influenciam na adesão aos planos de proteção.

As manifestações que vêm ocorrendo no País, por exemplo, podem ser um fator de sensibilização do consumidor na busca de proteção patrimonial. "É um tema polêmico. Há seguradoras que analisam caso a caso, mas geralmente entende-se que em caso de depredações ocorridas em protestos, o poder público que deve arcar com o prejuízo", afirmou Erlichman.

As apólices da Minutos Seguros são comercializadas via internet. Erlichmam conta que a aposta no canal deve-se por questão de praticidade para o pequeno empresário, que geralmente acumula funções nos negócios.

No entanto, somente a primeira parte do contrato é feita eletronicamente. Depois de pedido o orçamento, os pedidos são encaminhados para corretores e seguem o padrão tradicional de adesão a seguros.

Seguro para mulheres

A Zurich Santander informou ontem que houve um aumento de 150%, entre 2012 e 2013, nas vendas do Seguro Proteção Vida Mulher, outro exemplo de plano especializado, uma apólice destinadas ao público feminino.

Além das coberturas por morte e invalidez, no caso de diagnóstico de câncer de mama, colo de útero e ovário, o produto da Zurich Santander conta com indenização adicional de 10% do valor da cobertura em caso de morte. Já no caso de doenças terminais, a segurada recebe, antecipadamente, 10% do valor da cobertura de morte, limitado a R$ 50 mil.

Fonte: DCI


Posts relacionados

Vida em Grupo, por Redação

Susep terá mais poderes

O projeto de lei que pretende mudar a natureza jurídica da Superintendência Nacional de Seguros (Susep) está praticamente pronto e deverá incluir novas regras para os contratos de seguros, afirmou ao o presidente da autarquia, Luciano Santanna.

Vida em Grupo, por Redação

MetLife teve lucro de R$41,5 milhões em 2012

A MetLife finalizou 2012 com 12% de aumento no lucro líquido em comparação com o exercício anterior, passando de R$37,1 milhões em 2011 para R$41,5 milhões.

Vida em Grupo, por Redação

Avança projeto que muda regras no seguro de vida

Avança no Congresso Nacional o projeto de lei, de autoria do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), que altera o Código Civil e obriga o segurado a comunicar ao segurador, logo que saiba, todo incidente suscetível de agravar consideravelmente o risco coberto, sob pena de perder o direito á garantia,

Vida em Grupo, por Redação

Como tornar o seguro um investimento e não um custo?

A advogada Angélica Carlini, professora da Escola Nacional de Seguros, especialista em relações de consumo e sócia do escritório Carlini Advogados Associados, falou durante sua apresentação no III Workshop de Seguros de Pernambuco

Vida em Grupo, por Redação

Demanda crescente faz surgir alternativas para a expansão do seguro de pessoas

Um dos ramos mais beneficiados pela estabilidade econômica é o de pessoas, que engloba os seguros de vida (em grupo e individual), prestamista, viagem e educacional.

Vida em Grupo, por Redação

O caminho da longevidade com qualidade

A grande oportunidade para criar a cultura da previdência e do seguro de vida está na geração Y, segundo executivo da Bradesco Vida e Previdência

Deixe seu Comentário:

=