Publicado por Redação em Notícias Gerais - 14/10/2011

Brasil poderá aumentar participação no FMI, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira (14) que o Brasil poderá aumentar sua participação no FMI (Fundo Monetário Internacional).

Durante cerimônia com governadores da região Sul, em Porto Alegre, a presidente afirmou também que jamais aceitará que o FMI imponha a países em crise critérios que foram impostos ao Brasil quando precisou recorrer a recursos do fundo.

Ontem, Dilma criticou a "ingerência do FMI" sobre os investimentos do governo brasileiro durante os anos 1980 e 1990, quando o Brasil vivia uma crise econômica.

"Nós sabemos o quanto nós perdemos de oportunidades nas duas décadas em que estivemos sob a ingerência do FMI", declarou.

Dilma também comparou a situação de então com a atual crise dos países europeus e dos EUA. "O Brasil passou por um momento muito difícil em 1982, com a crise da dívida soberana. A Europa passa por algo similar."

Para ela, falta "uma convicção política uniforme" aos líderes internacionais sobre como lidar com a atual crise econômica. "Nós já vimos uma parte desse filme. Nós sabemos o que é a supervisão do FMI. Nós sabemos o que é proibir que o país faça investimentos."

A presidente criticou a limitação dos investimentos federais imposta pelo FMI, e disse que o Brasil só voltou a crescer quando começou a investir e a incluir mais pessoas na classe média.

"É isso que nos torna fortes; esse mercado interno da proporção que nós temos."

Fonte: www1.folha.uol.com.br | 14.10.11


Posts relacionados

Notícias Gerais, por Redação

Seguradoras lançam princípios de sustentabilidade em parceria com a ONU

Foram lançados nesta terça-feira (19) os princípios de sustentabilidade em seguros da Unep FI (United Nations Environment Programme Financial Initiative), entidade criada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Notícias Gerais, por Redação

Dólar fecha a R$ 1,73 em dia nervoso por Grécia; Bolsa cai 1,7%

O "susto" dos mercados com o plano para um referendo na Grécia levou o dólar comercial para o "pico" de R$ 1,763 logo pela manhã. Ao longo da tarde, no entanto, com o esvaziamento das operações na véspera do feriado, a taxa voltou para R$ 1,733 ao final das operações desta terça-feira, em um avanço de 1,7% em cima das operações de ontem.

Deixe seu Comentário:

=