Publicado por Redação em Notícias Gerais - 21/01/2014

Inadimplência do consumidor tem 1ª queda anual desde 2000, nota Serasa

O indicador de inadimplência do consumidor medido pela Serasa Experian caiu 2% em 2013, na comparação com o ano anterior. É o primeiro recuo anual desde 2000, quando a empresa iniciou a série histórica. A inadimplência cedeu após dois anos de fortes altas, de 15% em 2012 e 21,5% em 2011.

Apenas em dezembro do ano passado, o indicador diminuiu 6,5% ante o mesmo período em 2012, a sétima queda mensal consecutiva nesse tipo de comparação. No confronto com novembro, porém, houve avanço de 2,7%.

De acordo com a Serasa Experian, a manutenção de baixas taxas de desemprego ao longo de 2013, o maior rigor na concessão de crédito por parte das instituições financeiras e a maior preocupação dos consumidores em quitar suas dívidas, em vez de assumir novos financiamentos, ajudaram a diminuir a inadimplência durante o ano passado.

O recuo de 2% em 2013 foi puxado pela queda de 9,4% no volume de cheques devolvidos por falta de fundos e pela diminuição de 4,8% na inadimplência das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica e água). Junto aos bancos, porém, a inadimplência subiu 0,6% e o volume de títulos protestados aumentou 5,8%.

O valor médio dos títulos protestados fechou 2013 com queda de 4,5%, na comparação com o ano antecedente. As dívidas não bancárias caíram 2,3%. Já os cheques sem fundos encerraram 2013 com alta de 7,9%. As dívidas com os bancos não apresentaram variação no valor.

Fonte: www.uol.com.br


Posts relacionados

Notícias Gerais, por Redação

Investimentos em empresas crescem 26% em 2012 no Brasil

Os fundos de private equity e venture capital (que compram participações em empresas) investiram R$ 14,8 bilhões em empresas no Brasil em 2012, volume 26,5% maior que o investido no ano anterior.

Notícias Gerais, por Redação

Brasil é menos afetado pela crise externa, diz Mantega

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira que, apesar dos problemas externos, o Brasil ainda é um dos países menos afetados pela crise, pois depende menos dos mercados externos comparativamente a outros países emergentes.

Deixe seu Comentário:

=