Publicado por Redação em Dental - 30/01/2012

Instituições públicas e privadas se unem na prevenção da saúde bucal

As secretarias estaduais de Saúde (Sesa) e Educação (Seed) e o Serviço Social do Comércio (Sesc) se uniram para combater um mal que atingem milhões de crianças e adultos em todo o Brasil, as doenças bucais. As três Instituições oferecem atendimentos odontológicos para alunos da rede pública de ensino, bem como para a população, onde a Carreta Odontológica do Sesc estiver estacionada.

Com a Seed, a Secretaria de Saúde firmou parceria para a reativação de um consultório odontológico que fica localizado no complexo da Secretaria de Educação e que atende alunos encaminhados pelas escolas. A Seed cedeu o consultório e a Sesa, os profissionais.

A coordenadora do Núcleo de Atendimento a Saúde do Educando da Seed, Nilza Pinheiro Soares, explica como os atendimentos ocorrem. “Ao perceber algum problema dental no aluno, o professor o encaminha para a Seed, onde profissionais dentistas farão o tratamento que esse aluno precisar”, explica Nilza.

Uma pesquisa americana apresentada em 2011, pela American Dental Hygienists Association (Adha), relaciona as consequências dos problemas de saúde bucal no aprendizado das crianças. Segundo o estudo, uma saúde oral deficiente está diretamente ligada à baixa performance escolar, dificuldades no relacionamento social e fracassos na vida adulta. A pesquisa aponta ainda que a perda prematura de dentição acarreta problemas como baixa autoestima, incapacidade de se comunicar e de manter a concentração.

Com o Serviço Social do Comércio as duas secretarias oferecem serviços odontológicos aos alunos, bem como à comunidade, por meio da Carreta Odontológica do Sesc. A entidade cede o veículo com os equipamentos, a Seed o espaço nas escolas e a Sesa os profissionais de saúde.

Segundo a coordenadora do Centro de Especialidade Odontológica da Sesa, Patrícia Ferraz, duas carretas estão à disposição, uma na Escola Irineu da Gama Paz e a outra na Escola Fonte Nova, em Santana.

“As carretas ficam por um tempo de seis meses na escola, oferecendo atendimento aos alunos e à comunidade. Somente em 2011 os serviços foram oferecidos para cerca 10 mil pessoas e pretendemos aumentar estes números em 2012″, cometa Patrícia.

Fonte:www.correaneto.com.br|30.01.12


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