Publicado por Redação em Vida em Grupo - 28/01/2014

Ferramentas de combate ao seguro marginal estão a disposição de todos

Abrir uma Associação que comercialize o seguro MARGINAL é fácil. Difícil, porém,  em caso de infração, será pagar a multa outorgada pela Susep.

Entretanto, a discussão passa a ser quem deverá pagar essa multa.  Diretores? Somente eles?

- Não. Dorival Alves de Souza entende que associados (ou cooperados)  podem ser responsabilizados. Sim, todos devem arcar com o ônus e prejuízos derivados da venda do seguro marginal. Porque o sócio assume os direitos e OBRIGAÇÕES derivados das ações executadas pela Pessoa Jurídica e seu vínculo é muito claro nesta relação.

Ainda mais quando a rigidez da atuação da SUSEP é um exemplo que vou destacar.  A autarquia está examinando todas as denúncias contra Associações e Cooperativas estabelecidas no Brasil e que vendem a "PROTEÇÃO VEICULAR". Movimentando, inclusive, a POLÍCIA FEDERAL. Não importando, porém, o tamanho da Associação ou da cidade em que está estabelecida.


A VENDA DO SEGURO MARGINAL É CRIME.

No exemplo citado, na pequena cidade de Cláudio – MG, a multa, já sem recurso na Susep, foi multimilionária:

“Por estar atuando como Sociedade Seguradora sem autorização governamental, a Associação Claudiense dos Amigos Caminhoneiros, com sede na cidade de Claudio (MG) e ramificação em todo o território nacional, foi multada pela Superintendência de Seguros Privados – SUSEP em R$ 3.928.000,00 (três milhões novecentos e vinte e oito mil reais). De acordo com a autarquia, a associação infringiu os artigos 24 e 113, do Decreto-Lei nº 73 de 21 de novembro de 1966, e alterações posteriores”. (grifei)


Entretanto, o que é necessário fazer, quando se sabe que uma empresa vende seguro marginal?

- DENUNCIAR À SUSEP, imediatamente.

- DENUNCIAR AO SINDICATO DAS SEGURADORAS.

- DENUNCIAR AO SINDICATO DOS CORRETORES DE SEGUROS.

- PROCURAR O MINISTÉRIO PÚBLICO.

- PROCURAR AS AUTORIDADES CONSTITUÍDAS DA LOCALIDADE.


Também é importante divulgar, por meio de jornais, revistas, rádios, TVs, panfletos, o prejuízo ao bolso do associado que tiver que arcar com parte das multas e ações judiciais. Afinal, muitas vezes, o associado é apenas um consumidor que desconhece as consequências de se fazer parte do quadro de sócios de associações que trabalham a margem da lei.

Na multa acima, dividir este valor por um número pequeno de associados, pode significar a perda de bens, ou a falência financeira.

O seguro é regido por normas específicas, autorizações governamentais, Notas Técnicas, Lastro Financeiro, supervisão, etc. E o governo só faz isto para proteger o consumidor e assegurar o controle sobre este mercado tão complexo. Portanto, não é admissível a marginalidade de produtos de seguro.

Hoje, com a atuação da SUSEP, não é tão fácil assim não ter consequências ao abrir uma Associação que venda o SEGURO MARGINAL.

O consumidor deve ter cuidado para não pagar o prejuízo.

SEGURO MARGINAL, NEM NA CHINA!

Fonte: http://www.segs.com.br


Posts relacionados

Vida em Grupo, por Redação

Empresas preferem os produtivos, e não os workaholics, dizem analistas

O pesquisador americano Jeffrey Pfeffer, especialista em teoria da gestão e autor do livro "Poder - Por Que Alguns Têm" (Ed. Best Business), disse em recente visita ao Brasil que as empresas amam os workaholics -pessoas que têm necessidade compulsiva de trabalhar.

Vida em Grupo, por Redação

Setor de seguros fatura R$ 45 bi no primeiro semestre de 2012

Levantamento feito pelo Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) confirma o momento relativamente favorável do mercado segurador brasileiro, diante das circunstâncias da economia mundial.

Vida em Grupo, por Redação

Susep publica regras para autorizar venda de microsseguro

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28) pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), as regras para autorização da venda de microsseguro, apólices de baixo valor voltadas para a população de menor poder aquisitivo.

Vida em Grupo, por Redação

Executivo precavido tem ações, previdência e seguro de vida

Especialistas indicam a carteira ideal de investimentos para garantir rentabilidade e proteção do curto ao longo prazo

Vida em Grupo, por Redação

Beneficio do INSS não paga nem 60% de bom plano de saúde

Para 19 milhões de brasileiros que ganham um salário mínimo de aposentadoria do INSS (R$ 545) contratar um plano de saúde é tarefa complicada.

Deixe seu Comentário:

=