Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 04/02/2026

Bem-estar está entre as 4 maiores prioridades da liderança em 2026

Uma pesquisa da consultoria de recrutamento Robert Half investigou quais são as principais preocupações, em 2026, de 300 líderes e gestores que atuam, de modo direto ou não, no recrutamento de pessoas.

Ambas apontadas por 52% dos respondentes, produtividade e lucratividade aparecem empatadas no topo do ranking de prioridades, reforçando o a permanência da pressão por eficiência operacional, automação e revisão de processos. Na sequência, com 46%, vem a retenção de talentos. E, em 4º lugar, o bem-estar, sinalizado por 44% das lideranças participantes da pesquisa.

“Não é de hoje que falamos sobre a relevância da saúde mental nas relações de trabalho. Felizmente, o tema entrou de vez no radar dos tomadores de decisão”, comemora Maria Sartori, diretora de mercado da Robert Half. Com a atualização da NR-1, analisa ela, o tema ocupará também o centro das obrigações legais das organizações. “Oferecer qualidade de vida significa promover produtividade, engajamento e retenção”.

Fechando o Top 5, está a tecnologia, que saltou de 35% no início de 2025 para 42% no mesmo período de 2026, indicando que soluções relacionadas à inteligência artificial, dados e integração de sistemas já não fazem parte apenas da agenda das áreas de TI, mas também estão sendo monitoradas por lideranças executivas.

Confira o ranking completo:

Top 10 preocupações das lideranças para 2026

  1. Produtividade (cumprir obrigações de maneira mais eficiente) – 52%
  2. Lucratividade (gerar mais valor, gastando menos) – 52%
  3. Retenção (não perder bons profissionais para o mercado) – 46%
  4. Bem-estar (saúde mental, qualidade de vida) – 44%
  5. Tecnologia (compreender as evoluções e usá-las a seu favor) – 42%
  6. Atração (atrair profissionais adequados) – 37%
  7. Carreira (como desenvolver e oferecer oportunidades de carreira) – 33%
  8. Remuneração (ter salários e benefícios competitivos) – 29
  9. Informações de mercado (impactos da política e economia) – 20%
  10. Modelos de trabalho (adaptar e evoluir no modelo adotado) – 20%

A lista aponta para a transição de um período marcado por preocupações defensivas para uma fase de abordagem estratégica e integrada, diz a consultoria. “A combinação entre produtividade, tecnologia e bem-estar define o modelo de gestão que faz sentido para o futuro do trabalho. As empresas que conseguirem equilibrar esses três pilares estarão mais preparadas para sustentar resultados no curto prazo e construir crescimento no longo”, prevê Sartori.


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