Publicado por Redação em Notícias Gerais - 17/10/2014

Cantareira em 3,9%; pela média, 1ª cota do volume morto acaba em novembro

O nível do sistema Cantareira, que abastece um terço da Grande São Paulo (6,5 milhões de pessoas), atingiu hoje 3,9% de sua capacidade, o pior índice de sua história. Esse percentual corresponde ao que resta da primeira cota do volume morto, água que fica no fundo das represas, que começou a ser captado em maio deste ano, com 182,5 bilhões de litros de água.

No intervalo de um mês, o índice do sistema caiu 4,8 pontos percentuais. Sendo assim, se não chover, essa parte da reserva técnica deve acabar na primeira quinzena de novembro.

Na última quarta-feira (15), a presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), Dilma Pena, voltou a afirmar que a água da primeira cota do volume morto deve terminar em "meados de novembro" se não chover.

 Um dia depois, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, negou a informação. "Foi deturpada uma afirmação da presidente da Sabesp, doutora Dilma, desinformando a população", declarou.

Por causa do baixo nível do Cantareira, o governo planeja usar uma segunda cota do volume morto, com 106 bilhões de litros de água.

Ontem (16), o presidente do TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), Fábio Prieto, suspendeu liminar que proibia a captação uma segunda parte da reserva técnica do manancial pela Sabesp para abastecer a Grande São Paulo.

A reportagem do UOL procurou a Sabesp para saber quando a segunda cota começará a ser captada, mas não teve resposta até o momento. 

Fonte: UOL


Posts relacionados

Notícias Gerais, por Redação

Inflação semanal chega a 0,44% na 1º quadrissemana de setembro

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou alta de 0,44% na primeira quadrissemana de setembro, repetindo a mesma taxa de variação do fechamento de julho, informou Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta segunda-feira.

Notícias Gerais, por Redação

Planalto prevê crescimento médio de 4,7% no governo Dilma

Com a divulgação ontem da expansão de apenas 2,7% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, o Planalto projeta agora uma média de crescimento nos quatro anos do governo Dilma Rousseff de 4,7%, de acordo com números divulgados no balanço do PAC

Deixe seu Comentário:

=