Publicado por Redação em Notícias Gerais - 02/05/2012

Crédito deve mostrar expansão em 2012, embora em ritmo mais lento

A carteira de crédito no Brasil deve continuar mostrando crescimento, mas em um ritmo mais lento neste ano, revelou a Pesquisa Febraban de Projeções Macroeconômicas e Expectativas do Mercado, conduzida junto a 31 analistas e realizada entre 26 a 30 de abril.

O quadro doméstico ainda é positivo, com a carteira de crédito total devendo expandir 16,2% este ano, o que não representa uma mudança significativa em relação a projeção anterior, comenta Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Para ele, a taxa de inadimplência - estimada em 5,3% neste ano - não é um risco para a saúde do sistema bancário, embora esteja num patamar bastante elevado, o que dificulta uma recuperação um pouco mais rápida do crédito.

A expectativa é que se tenha uma retomada mais acentuada do crédito no longo prazo. "À medida que a condição econômica doméstica mostre melhora, devemos ver um aumento nas operações de crédito e redução da taxa de inadimplência", disse Sardenberg.

Fonte: Infomoney


Posts relacionados

Notícias Gerais, por Redação

Publicidade ganha espaço no mercado de seguros

A nova campanha publicitária da Capemisa busca conscientizar o público sobre a importância e a facilidade da aquisição de um seguro de vida.

Notícias Gerais, por Redação

Trabalhador jovem de baixa renda é o que mais pede dinheiro emprestado nos bancos

Os jovens trabalhadores de baixa renda, com baixa qualificação profissional e que atua tanto com carteira assinada como na informalidade são os que mais pedem crédito e compram produtos e serviços dos bancos, segundo uma pesquisa divulgada pela Serasa Experian nesta terça-feira (3).

Notícias Gerais, por Redação

Vitamina D ativa resposta do sistema imunológico à tuberculose

A vitamina D é necessária para ativar a resposta do sistema imunológico à tuberculose, aponta um estudo americano divulgado na quarta-feira (12). A descoberta pode levar a novos tratamentos contra a doença, que mata 1,8 milhão de pessoas por ano.

Deixe seu Comentário:

=