Publicado por Redação em Notícias Gerais - 21/06/2012

Profissionais são a favor das redes sociais no trabalho; mas reconhecem impacto

Twitter, LinkedIn, Flickr, FourSquare, Facebook. Já não há mais como negar que as redes sociais vieram para ficar em nossas vidas. A grande polêmica sobre o assunto, porém, é até que ponto essas mídias, para o uso pessoal, são aceitas no ambiente profissional. E segundo pesquisa mundial da Kelly Workforce, há bastante aceitação entre gerações e culturas.

O levantamento, feito com 168 mil profissionais de 30 países, mostrou que dos que pertencem à geração Y (nascidos depois de 1980) 36% acham que o uso das redes deve ser aceito no ambiente profissional. O percentual cai levemente quando se trata da geração X, 30% e um pouco ais intensamente quando se trata dos Baby Boomers, 19%.

Entre as regiões do mundo, porém, as opiniões são um pouco mais constratantes. Os que mais acham aceitável usar as redes sociais – para uso pessoal - no horário de trabalho são aqueles que vivem na região Ásia-Pacífico (APAC). Por lá, 48% dos entrevistados foram a favor. Já no EMEA (Oriente Médio, Leste Europeu, África), 31% dos profissionais tiveram a mesma opinião.

Quando passamos para as Américas, o percentual recua bastante. Por aqui, apenas 16% dos entrevistados são a favor do uso das mídias no ambiente profissional. No geral, ou seja, levando em conta os profissionais de todos os países, 30% deles são a favor desse tipo de recurso no trabalho.

E o impacto na produtividade?
Apesar de serem a favor das redes sociais no trabalho, os profissionais reconhecem o impacto disso. Entre os da geração Y, cerca de 40% concorda que esse tipo de recurso traz impactos negativos na produtividade. O percentual dos que pensam da mesma forma cresce entre os profissionais da geração X (44%) e baby boomers (49%).

Da mesma forma, o estudo tenta entender qual o sentimento dos profissionais por região. E é nas Américas que existe o maior receito. Por aqui, 53% acreditam que o uso das redes sociais afeta negativamente a produtividades. No EMEA o percentual foi de 41% e de 34% na APAC.

Fonte: Infomoney


Posts relacionados

Notícias Gerais, por Redação

Déficit nas contas externas sobe 72% no ano e atinge recorde de US$ 43,5 bi

Já os investimentos estrangeiros diretos atingiram US$ 30 bilhões de janeiro a junho, informou o BC

Notícias Gerais, por Redação

Maia vê dificuldades para votação do fim do fator previdenciário

Às vésperas da data marcada para a votação do fim do fator previdenciário, o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), apontou dificuldades para a análise do texto na semana que vem.

Notícias Gerais, por Redação

Dólar cai quase 1% e Bolsa sobe 1,72% em agosto

Menor dependência dos resultados financeiros deverá auxiliar o grupo na reação aos impactos da queda da taxa de juros

Notícias Gerais, por Redação

CPMI aprova quebra de sigilo de governadores

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira aprovou por unanimidade a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e de mensagens eletrônicas dos governadores do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), e de Goiás, Marconi Perillo (PSDB).

Notícias Gerais, por Redação

Confiança do consumidor paulistano volta a subir em abril

(ReO consumidor paulistano está um pouco mais confiante em abril ante março, é o que revela o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da cidade de São Paulo, apurado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Deixe seu Comentário:

=