Publicado por Redação em Notícias Gerais - 20/09/2011

Bovespa segue NY e perde 1,27% no fechamento

A Bolsa de Valores brasileira desvalorizou 1,27% -- pela referência do índice Ibovespa -- no encerramento dos negócios de hoje. O "termômetro" da praça doméstica voltou para os 56.378 pontos, numa sessão em que o giro financeiro atingiu R$ 6,27 bilhões.

Os investidores não sustentaram o viés positivo registrado em boa parte da rodada de negócios desta terça-feira, principalmente depois que as Bolsas americanas, a principal influência externa, viraram para o campo negativo.

Nos EUA, o mercado de Nova York perdeu fôlego perto do final do pregão e teve alta de apenas 0,07%, conforme o índice Dow Jones. Pelo índice S&P 500, que abrange um número maior de ações, a queda foi de 0,16%.

Já o dólar comercial subiu pelo 12º dia somente neste mês, alcançando a cotação de R$ 1,789 (aumento de 0,50%), a maior taxa desde julho de 2010.

Mais uma vez, as ações da Vale concentraram a maior parte dos negócios no pregão, com destaque para a preferencial, alvo de R$ 1,02 bilhão das operações registradas hoje. Esse papel ficou 0,96% mais caro nesta sessão e contribuiu para evitar uma queda ainda mais acentuada do índice Ibovespa.

A equipe de analistas da Lerosa Investimentos chama a atenção para o comportamento recente dos investidores, trocando papéis de empresas mais ligadas à economia doméstica por ativos de companhias que ganham com o dólar mais alto.

Nessa troca, as ações do setor imobiliário foram fortemente "castigadas" hoje, com registro de perdas de 6% para as ações da Cyrella, PDG, MRV, Rossi Residencial e Gafisa.

CENÁRIO EXTERNO

O que manteve o relativo otimismo das Bolsas ao longo do dia foi a expectativa que o Federal Reserve (banco central dos EUA) pode anunciar amanhã novas medidas para estimular a maior economia do planeta.

Também há o sentimento de que as autoridades europeias e o governo grego ainda podem chegar a um acordo para evitar que o país mediterrâneo anuncie o "default" (suspensão de pagamentos), uma possibilidade real devido a sua delicada situação financeira.

Fonte: www1.folha.uol.com.br | 20.09.11


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