Publicado por Redação em Notícias Gerais - 21/11/2012

Secretário afirma que economia do país voltou a crescer

O secretário- executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que a economia brasileira voltou a acelerar e que está crescendo na faixa de 4% a 5% neste segundo semestre, segundo a publicação desta terça-feira no site oficial da entidade.

- Com o PAC, vamos manter o crescimento nessa faixa ao longo do ano que vem e também nos próximos anos – afirmou Barbosa durante apresentação do 5º Balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

Para o secretário, esse resultado reflete a capacidade da economia brasileira de responder aos desafios da atualidade, como a crise internacional. Ele também destacou que o maior crescimento está fortemente relacionado às medidas que o governo vem adotando para estimular a economia.

- É muito importante ampliar o investimento e aumentar a competitividade da economia brasileira. É por isso que nós temos adotado, além das medidas de investimento, várias medidas de redução de custo tributário e financeiro – disse.

Entre essas medidas, ele citou a redução do IPI de automóveis e da linha branca, além da desoneração da folha de pagamento para diminuir o custo de produção.
Com a manutenção do crescimento na faixa entre 4% e 5%, será possível elevar a renda por habitante mais rapidamente, segundo Barbosa. “Mantendo o crescimento nessa faixa, em no máximo 20 anos nós vamos dobrar o nível de renda da população brasileira e consolidar essa sociedade de classe média que está se formando”, explicou.

Estabilidade econômica
Antes de encerrar sua apresentação, o secretário lembrou de um ponto que foi destacado pela presidenta Dilma Rousseff durante sua recente viagem à Espanha.

- É preciso ter um plano de estabilidade macroeconômica com um plano de crescimento. O Brasil tem os dois. Então, o Brasil tem um plano de estabilidade econômica e um plano de crescimento, como o PAC. É isso que fez a diferença nos últimos oito anos e é isso que vai fazer a diferença nos próximos anos – concluiu.

Fonte: Correio do Brasil


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